ANÁLISE: DADDY ISSUES
Podemos fazer a análise terapêutica que quisermos… Estamos todos no limbo. Esse temido umbral emocional. Enquanto crescia, fui diversas vezes confrontada com a figura paterna como algo que eu deveria adorar… As meninas ao meu redor que não tinham um pai, seja por ausência voluntária ou involuntária, me questionavam a relação de desprendimento emocional que eu tinha com a minha figura paterna. Corrigindo: com o homem que cedeu a genética para que eu nascesse. Não me leve à mal! Meu genitor esteve presente na mesma casa que eu durante todos os 12 anos e 9 meses iniciais da minha vida. Mas viver na mesma casa não quer dizer constância, nem permanência. E muito menos presença. Tenho diversas histórias peculiares sobre minha relação com aquele homem, mas a que coroa todas elas é: eu não o suporto. E nunca suportei. Desde quando nasci, as histórias de quando era só um pequeno ser humano não colaboram para dar vantagens à ele. Minha mãe e minha avó são categóricas sobre o quanto eu chor...


